Founder costuma adiar People porque “ainda somos pequenos”. Faz sentido até o dia em que passa metade da semana contratando, mediando conflito e tentando lembrar quem deveria receber promoção.
Olhe para complexidade, não só headcount
Volume de contratação, múltiplos gestores, remuneração, países, turnover e conflitos podem antecipar a necessidade. Uma empresa de 35 pessoas pode estar bem; outra de 18 já virou condomínio.
Defina a missão da primeira pessoa
Recruiting? operações? liderança? cultura? Não contrate um “RH completo” esperando que uma pessoa resolva tudo. Escolha os gargalos.
Evite transformar People em polícia
A função precisa ajudar líderes a liderar, não retirar deles responsabilidade por feedback, contratação e performance. O momento certo é quando trabalho de pessoas virou sistema e já está consumindo decisões demais sem dono claro. Aí não é luxo. É infraestrutura.