Culture fit nasceu com boa intenção: contratar gente que trabalha de forma compatível. Virou muitas vezes um atalho para afinidade.
Defina comportamento, não personalidade
Se um valor é franqueza, pergunte por situações de discordância. Se é autonomia, explore decisões sem supervisão. Isso é diferente de gostar das mesmas referências. Pessoa pode ser quieta, formal, nerd, extrovertida ou não beber e ainda operar perfeitamente nos valores.
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Times precisam de perspectivas que faltam. Alguém que desafia hábito pode melhorar cultura em vez de ameaçá-la.
Estruture a avaliação
Critérios e perguntas iguais reduzem viés. Debrief deve falar de evidência, não “não senti química”. Cultura forte não parece uma turma de escola. Parece um grupo diferente de adultos que sabe como trabalhar junto.